CNU: etapas finais do concurso marcam também o começo da vida previdenciária dos futuros servidores
- APB

- 12 de nov.
- 2 min de leitura
O processo seletivo do Concurso Nacional Unificado (CNU) avança para sua nova etapa após a divulgação das notas da prova objetiva, marcada para as 16h desta quarta-feira (12). Esta etapa representa o encerramento de mais uma fase de avaliação de milhares de candidatos em todo o país em busca de ingresso no serviço público federal.
A próxima etapa será a prova discursiva, agendada para 7 de dezembro de 2025, e será aberta somente aos aprovados na fase anterior. Conforme o nível de escolaridade exigido para o cargo, as modalidades de avaliação são:
Para quem disputa cargos de nível superior: duas questões discursivas, com duração de três horas, das 13h às 16h.
Para cargos de nível intermediário: uma redação dissertativo-argumentativa, com duração de duas horas, das 13h às 15h.
O cronograma prevê para 23 de janeiro de 2026 a divulgação da nota preliminar da prova discursiva, junto com o espelho de correção. Os candidatos terão 26 e 27 de janeiro para solicitar revisão das notas, e a divulgação dos resultados finais está marcada para 18 de fevereiro de 2026. As primeiras listas de classificação deverão sair em 20 de fevereiro, e as convocações dos aprovados têm previsão de início em março do mesmo ano.
CNU e Previdência: como a renovação do serviço público impacta o Regime Próprio
A realização do CNU representa não apenas uma seleção para cargos públicos, mas também uma dinâmica de renovação do funcionalismo federal. Esse processo tem implicações diretas para o Regime Próprio de Previdência dos Servidores Públicos (RPPS), responsável pelas aposentadorias e pensões dos servidores públicos federais.

Nova entrada de servidores por meio do CNU significa ingresso de novos contribuintes ativos no sistema previdenciário, o que fortalece a base contributiva fator essencial para manter o equilíbrio entre aqueles que contribuem e aqueles que recebem benefícios. Além disso, ao iniciar a carreira já com essa perspectiva, o servidor tem a oportunidade de planejar de forma mais consistente sua trajetória previdenciária, considerando possíveis mudanças nas regras e nas condições de aposentadoria.
Como a APB pode auxiliar servidores e aposentados
A APB está posicionada para atender:
Ingressantes no serviço público: orientando sobre os direitos e deveres no RPPS, identificando o melhor momento para aposentadoria e evitando perdas por falta de planejamento.
Servidores já aposentados ou próximos da aposentadoria: realizando análise detalhada das contribuições e benefícios, identificando possíveis valores pagos a menor e direitos ainda não reconhecidos.
Num momento de renovação do funcionalismo e mudanças frequentes nas regras previdenciárias, contar com assessoria especializada significa ter suporte técnico, clareza de informações e segurança para toda a vida funcional.
Crédito das imagens: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos / Governo Federal




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